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Mai 27

E a Bolha do AdSense, ela estoura ou não estoura?
a bolha do adsense

Esta semana estava lendo o Blog do Igor escobar e encontrei um artigo AdSense? Bolha?! . Este e um assunto já abordado na blogosfera há um tempo a traz pelo kadu, Bruno alves , Manoel, Bruno Godoi e um monte de blogueiros gerando uma grande discussão em torno disso, “o fim ou a queda do google adsense“.Sem duvidas que assuntos sobre o Google AdSense e de grande interesse dos blogueiros profissionais que e a grande maioria .

Depois de quase um ano passado o assunto, a pergunta ainda continua. E a Bolha do AdSense, ela estoura ou não estoura?

Como resposta eu acredito que seja difícil a bolha estourar mais tambem não e impossível.

Neste período o Google AdSense se aprimorou ainda mais e o que já era difícil de ser superado tornou-se ainda mais, sem duvidas mudança vão haver como em tudo na vida, e vimos que as mudanças foram para melhor. meus rendimentos aumentaram com o aprimoramento do AdSense para pesquisas isso devido o nosso blog ter como principal ferramenta o nosso sistema de busca .

A unica maneira da bolha estourar seria uma tecnologia superior que desse vantagens aos editores afiliados “$$”.
Casso isso venha acontecer qual seria o motivo do medo, migraríamos todos para a suposta nova tecnologia.

E se caso simplesmente o Google fechasse as portas da noite para o dia , digo que começaríamos do zero tudo de novo até uma nova tecnologia surgir e enquanto isso teriamos como opção : UOL Afiliados, Boo Box , Afilio , Hotwords, e um monte que tem por aí. Esse seria o caso mais dificil.

Na verdade o que se deve fazer e acompanhar a tecnologia e estar sempre atualizado as tendências do mercado publicitário da web. Enquanto houver internet haverá publicidade na web e programas de afiliados.

Devemos nos preocupar com a qualidade do conteúdo e serviços prestados aos usuários que visitam os blogs/sites.

O Google AdSense não para de crescer, ate o yahoo vai passar a exibir anúncios google em seus resultados de busca, a Oi internet tambem aderiu aos anúncios google.

Será difícil estourar , certamente mudanças acontecerão de modo que não prejudiquem os editores e parceiros.

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Postado por: Alex Lima \\ tags: , , ,

Mai 19

Agências de publicidade apostam em propaganda no celular. 3G abre novo campo de negócios. Mas a coisa não para por aí.

Há um mundo de possibilidades no que poderia se classificar como “publicidade móvel”, ou seja, aquela que é capaz de impactar o consumidor invadindo – de preferência com elegância – os aparelhos eletrônicos que todos carregamos para cima e para baixo. Não só os celulares, mas principalmente eles. Leia a reportagem completa no caderno Economia&Negócios desta segunda.

Em 31 de março, o Link trouxe uma entrevista com a presidente da Mobile Marketing Association (MMA), uma organização sobre propaganda no celular que reúne anunciantes, operadoras e agências de publicidade em todo mundo e acabava de se estabelecer no Brasil. Laura Marriott defende a criação de regras que definam como as pessoas podem receber as propagandas e se elas vão fazer isso de forma voluntária, bem como se elas poderão optar por não recebê-las. Além disso, também haveria regulamentação sobre a distribuição de conteúdos gratuitos junto com o anúncio.

Muitas agências criam ainda games com download gratuito com forma de popularizar as marcas de seus clientes. É a chamada propaganda indireta! Já outros publicitários investem nas promoções por celular. Um bom exemplo é o da operadora Visanet que para incentivar o uso do cartão de crédito em cidades pequenas e médias, mais distantes das capitais, criou em 2006 uma promoção que dava ringtones para quem realizava transações com os cartões da companhia.

Mas a coisa não para por aí. De olho na publicidade online o Google que não é bobo nem nada já se prepara para invadir o nosso celular e lançar até o final de 2008 o software móvel Android. O objetivo da iniciativa é que as pessoas usem cada vez mais a internet, seja em computadores ou em celulares. Graças ao amplo alcance dos seus sistemas de publicidade online o Google será o grande beneficiado.

Mas como que o Google vai ganhar dinheiro com isso? Em uma palavra: AdSense. Principal fonte de receita do Google, o AdSense relaciona os anúncios com os conteúdos apresentados nas páginas de um site. O grande “detalhe” por trás de tudo isso é que segundo previsões da Kelsey Group o mercado publicitário online mundial renderá US$ 147 bilhões em 2012.

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Postado por: Alex Lima \\ tags: , ,

Mar 05

Participação este ano deve chegar a 40% dos internautas, segundo a IAB

Renato Cruz: fonte o estado de São Paulo

“É um mito que a internet é elitizada, que só fala para as classes A e B”, disse o presidente do Interactive Advertising Bureau Brasil (IAB) e diretor-geral do portal Terra, Paulo Castro. De acordo com o IAB Brasil, 37% dos internautas brasileiros no ano passado eram da classe C. Cinqüenta por cento eram da classes A e B e 13% da D e E. Este ano, a expectativa é que a fatia da classe C chegue a 40%. “Devemos fechar o ano com 18 milhões de usuários na classe C.”

Veja o gráfico de acesso entre homens e mulheres
classe c brasileira

“Outro mito que queremos eliminar é que não existe massa crítica na internet no Brasil”, afirmou Castro. “Já estamos entre o sexto e o sétimo mercado do mundo, à frente da França, da Itália e da Espanha. Somos o segundo meio de comunicação mais abrangente do Brasil.” Em primeiro lugar, está a TV.

No ano passado, o total de internautas no Brasil avançou 21%, chegando a 40 milhões. O crescimento foi incentivado pelas vendas de computadores, que somaram 10,5 milhões e ultrapassaram, pela primeira vez, o total de aparelhos de televisão vendidos no País. Para 2008, a expectativa de crescimento do número de internautas é de 15%, chegando a 45 milhões. “Os dois primeiros meses do ano mostraram números bem saudáveis de vendas de computadores”, destacou o presidente do IAB Brasil.

A publicidade na internet aumentou 45%, chegando a R$ 527 milhões em 2007. O número não inclui a maior parte dos links patrocinados, pequenos anúncios de texto que aparecem ao lado de resultados de busca e em páginas de conteúdo, principal fonte de receita do Google. Segundo Castro, existe um esforço da subsidiária brasileira do Google para que esses números possam ser agregados ao indicador. Hoje, a matriz da empresa não autoriza a sua divulgação para a entidade.

A internet foi a mídia que mais cresceu no ano passado. Para 2008, a IAB Brasil projeta uma expansão de 35%, chegando a R$ 712 milhões. Apesar do aumento acelerado, a internet ainda tem uma participação muito pequena no bolo publicitário, de 2,8% (sem os links patrocinados). “Temos de trabalhar com formação e informação”, disse Castro. “Existem anunciantes que ainda acham mais fácil trabalhar com o que já está perpetuado. A TV paga, que alcança entre 13 milhões e 15 milhões de pessoas, tem hoje uma participação um pouco acima da internet, com 3,4%. Uma explicação é que a forma de lidar com ela é parecida com a TV aberta. Oitenta por cento do poder de consumo brasileiro já estão na internet.”

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Postado por: Alex Lima \\ tags: , , , , , , ,

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